Escreva sempre da forma mais direta possível: sujeito + verbo + predicado. Facilita a leitura e você tem menos chance de errar. Ao fazer um texto, pense antes no que vai escrever, e quando revisá-lo, corte, sem dó nem piedade, todas as palavras desnecessárias. Um texto floreado, com palavras difíceis, cansa o leitor e passa a impressão de insegurança.
Ao procurar por um serviço ou produto na internet, o usuário normalmente usa os sites de busca, em especial o Google. O posicionamento da sua empresa nesses sites é fundamental para prospectar novos clientes, já que 60% dos internautas não passam da primeira página nos buscadores.
SEO é a sigla em inglês para Serch Engine Optimization, ou otimização de sites. Otimizar um site é valer-se de um conjunto de recursos para que ele apareça naturalmente nas primeiras páginas, uma estratégia que alavanca o fluxo de visitação e incrementa o resultado dos negócios. Não confunda com os links patrocinados, em que você paga pelo posicionamento no ranking dos buscadores.
A webdesigner Renata Famelli afirma que, além das ferramentas normalmente utilizadas para SEO, fatores externos também podem interferir no ranking do seu site: a qualidade e o número dos links externos, e até mesmo a idade de um domínio conta pontos.
A Casa do Texto produz conteúdo baseado em técnicas de otimização de sites. Entre em contato e saiba mais.
São inúmeros os meios de comunicação que uma empresa possui. Na comunicação interna, você pode dispor de intranet, jornal interno – eletrônico ou não -, jornal mural, para citar alguns exemplos. A comunicação externa é ainda mais abrangente: todas as mídias são exploradas para falar com o mercado. Na internet, sua empresa pode ter um site, um blog, ou twitter, estar presente nas mídias sociais, como o Orkut ou o Facebook. É possível ainda mandar e-mail marketing, newsletter, ou um hotsite para um acontecimento específico. Essa é só a ponta visível do iceberg, já que a criatividade é o motor da comunicação.
Qual a forma mais eficaz de falar com o mercado? Responder a esta pergunta requer alguns questionamentos. Muitas empresas acham que devem marcar presença em todos os lugares possíveis, pensam como diz o ditado: “quem não é visto, não é lembrado”. Agora, pense bem: será que sua empresa está preparada para falar com o mercado e, principalmente, ouvir o que o mercado tem a dizer?
A comunicação não é mais estática, de mão única. Hoje, o consumidor está atento e tem acesso a todo tipo de informação. Ao comprar um produto pela internet, por exemplo, é possível verificar, a qualquer momento, se há muitas reclamações contra a empresa e qual é o comportamento dela com os clientes queixosos.
As mídias sociais pedem dedicação constante, porque a comunicação é instantânea. Deixar pendente uma resposta para um cliente, parceiro ou até mesmo um curioso depõe contra a sua empresa, e os resultados são difíceis de serem previstos.
Enfim, para as pequenas e médias empresas, principalmente, que não tem uma área de comunicação estruturada, muitas vezes é “pego por ter cão, pego por não ter cão”. É impossível ficar fora da mídia, em especial a internet, mas é preciso preparar-se para participar dela.
Esta é a missão da Casa do Texto: ajudar o pequeno e médio empresário a estruturar e manter a comunicação de sua empresa. Para isso, além da assessoria de comunicação e produção de conteúdo editorial, oferecemos cursos in company que vão capacitar sua equipe a melhorar a relação com o público interno e externo.
Desde o início deste ano, com o Código de Autorregulamentação para a Prática de E-mail Marketing, as empresas precisam estar atentas para adequar-se às novas regras para o envio de mensagens por e-mail.
A principal mudança com a implementação do novo código é que, a partir de agora, o e-mail marketing será menos invasivo, já que as mensagens só podem ser enviadas se há consentimento claro por parte de quem recebe ou uma relação comercial já estabelecida entre as partes. Valtuir Abreu, diretor da Hostnews, empresa especializada em marketing na web, diz que o novo código facilitou a aceitação do e-mail marketing pelos internautas. “Para você ter uma idéia, hoje, a taxa de cancelamento dos e-mails com permissão de envio (optin) enviados pela Hostnews gira em torno de 0,1%”, diz Valtuir. “Se o mailing é autorizado pelo destinatário, é certo que os cancelamentos são praticamente inexistentes, desde que a caixa de entrada do destinatário não seja bombardeada com emails frequentes”, completa.
O site Capem elaborou 10 passos para facilitar o entendimento do novo código, que reproduzo abaixo:
1 – Para quem posso enviar e-mail marketing?
O Código estabelece que as bases devem ser opt-in ou soft opt-in. Ou seja, os destinatários devem ter solicitado o recebimento das mensagens enviadas (opt in). Ou, o remetente deve ter uma relação comercial ou social prévia e comprovável com o destinatário (soft opt-in)
Se a sua empresa vem realizando ações de e-mail marketing para uma base de destinatários que não se enquadra nas situações acima é preciso adequar-se. Uma sugestão é realizar uma campanha para que seus destinatários confirmem a intenção de continuar recebendo seus e-mails. Ou seja, transformá-los em opt in. E isso deve ser feito o quanto antes, pois o código entrará em vigor em poucos dias.
2 – Posso realizar um primeiro envio para obter a permissão do destinatário para envios posteriores?
Não. Uma vez que o código esteja oficialmente publicado, não serão permitidas ações para bases que não sejam opt-in ou soft opt-in.
3 – Política de opt-out e prazo para descadastro
Opt-out é o mesmo que descadastro. E o Remetente deverá disponibilizar ao Destinatário a sua política de Opt-out e informar o prazo de remoção do seu endereço eletrônico da base de destinatários, que não poderá ser superior a 2 (dois) dias úteis, quando solicitado diretamente pelo link de descadastramento do E-mail Marketing e 5 (cinco) dias úteis quando solicitado por outros meios, prazos estes contados a partir da data da solicitação comprovada.
4 – Como é feito o opt-out/descadastro?
Uma das grandes inovações do código é estabelecer que as mensagens de e-mail marketing tragam, obrigatoriamente, um link para opt-out automático e uma segunda alternativa que não seja um link clicável. Muitas pessoas têm receio de clicar em links de e-mail, por questões de segurança. Logo, a alternativa não clicável pode ser um telefone, fax, endereço informado de e-mail ou site (sem link clicável, apenas o texto informativo), sms, carta ou qualquer outro meio amplamente disseminado.
5 – E-mails de cobrança, suporte e afins não precisam conter recurso de opt-out na mensagem?
Quando houver contrato entre o Remetente e o Destinatário, as mensagens enviadas exclusivamente com finalidade de assegurar a execução contratual e pós-contratual referentes àquele contrato (ex.:boleto bancário, avisos e extratos) estão dispensadas de conter o recurso de opt-out.
6 – O endereço de e-mail do meu remetente é do meu provedor.
O Código é claro: “o Remetente somente poderá enviar mensagens de E-mail Marketing por endereço eletrônico vinculado ao seu Nome de Domínio Próprio, por exemplo, remetente@exemplo.com.br. É vedada a utilização de Domínio de terceiro não pertencente ao mesmo grupo econômico do Remetente ou a Parceiros.” Ou seja, se você ainda não possui um domínio próprio, seja de pessoa física (ex. domínio.nom.br) ou jurídica, é preciso providenciar. É importante destacar que você pode ter um domínio e utilizá-lo no e-mail de remetente sem, obrigatoriamente, possuir um site.
7 – Envio de anexos
O envio de anexos, muitas vezes utilizado por instituições financeiras, pode ser realizado desde que exista uma autorização prévia e comprovável do destinatário. Certificação e assinatura digitais são permitidas e não ficam sujeitas a regra dos anexos.
8 – Política de privacidade e de uso de dados
É imprescindível divulgar no site da sua empresa a “Política de Privacidade e de uso de Dados” adotada com seus clientes e usuários. Isso é importante para que os destinatários da mensagem saibam como e em que situações a empresa utilizará suas informações pessoais ou corporativas.
9 – Posso comprar base de e-mails?
Não. O envio só pode ser feito para bases opt-in ou soft opt-in. Porém, é permitido que uma empresa realize uma ação para algum parceiro comercial enviando e-mail para sua própria base de destinatário, desde que observadas as seguintes condições:
9.1. A base deve ter opt-in expresso e comprovável que autorize o envio de e-mails de conteúdo de terceiros;
9.2. O e-mail de remetente deverá ser aquele por meio do qual a pessoa física ou jurídica que detêm o relacionamento com a Base de Destinatários pode ser contatada pelo Destinatário;
9.3. Além dos recursos de opt-out padrão, a mensagem deverá conter mais duas opções de descadastro: uma para descadastro de mensagens daquele parceiro comercial do remetente. E outra para mensagens de todo e qualquer parceiro comercial do remetente;
9.4. O endereço de remetente deve ser válido e utilizar nome de domínio próprio do responsável pela base de destinatários.
10 – Configurações técnicas previstas no código
Entre as várias disposições técnicas previstas no código, destacamos a configuração de SPF (Sender Policy Framework). Em resumo, trata-se de uma configuração no servidor de domínio que informa quais IPs estão aptos a enviar e-mail em nome desse domínio. Esta situação ocorre diariamente quando um cliente envie sua campanha de e-mail marketing pelo pela ferramenta de envio, pois utiliza um remetente com seu domínio próprio (por exemplo, newsletter@empresa.com.br) em uma estrutura de terceiros. Será necessário configurar o SPF do domínio, informando os IPs dos servidores utilizados pela ferramenta. Entre em contato com seu gerente de contas ou com o suporte técnico para obter essas informações.
Muitas vezes, temos que mandar uma mensagem para um cliente e ficamos em dúvida sobre a melhor forma de escrever o texto. O mercado exige fluência em inglês, espanhol, e com isso o nosso querido idioma acaba ficando um pouco de lado.
No blog e no twitter da Casa do Texto você encontra uma série de dicas para melhorar seu texto, mas se você achar que vale a pena aprofundar-se um pouco mais, confira nossos cursos de redação empresarial. As aulas são dadas in company, para que você não precise perder tempo no trânsito, e são adaptadas às necessidades de cada equipe.
Saiba mais em www.casadotexto.com.br/cursos.
Vemos por aí horários e datas escritos dos mais variados jeitos, alguns até bem criativos. Aprenda aqui a forma correta de grafá-los.
Horários:
- O padrão indica que a manhã vai das 6h às 12h; a tarde, das 12h às 18h; a noite vai das 18h às 24h, e a madrugada, da meia-noite às 6h.
- Para escrever horários, a forma correta é 10h30, ou 22h30. Escrever min depois de horário fracionado só é necessário se especificar os segundos também, como por exemplo, 22h30min15s, tudo sem espaço.
- Evite abreviar as horas redondas: às 10 horas, às 22 horas, e prefira às 22 horas, em vez de 10 da noite. Tabelas ou títulos aceitam abreviação.
Datas:
- Use, de preferência, o dia por extenso: segunda-feira, terça-feira. Se for enumerar os dias, use a forma reduzida, para não cansar o leitor. No plural, os dois elementos variam.
- O dia 1º deve ser escrito em ordinal e nunca use o algarismo 0 antes do número do dia ou mês. Ex.: 4/5/2010, e não 04/05/2010.
- Não é necessário usar a palavra ano antes dele. Ex.: “Retornará aos gramados em 2011”, ao invés de “Retornará aos gramados no ano de 2011”.
Sua empresa está crescendo, muito trabalho acumulado, e você, com um sorriso de orelha e visão de futuro, consegue enxergar muitos colaboradores trabalhando, o telefone tocando sem parar e a caixa de e-mail lotada de pedidos de clientes.
É agora que o bicho pega. O microempresário trabalha com uma estrutura enxuta – muitas vezes sozinho – e precisa ficar atento à hora da mudança. O excesso de trabalho pode e vai gerar queda na qualidade, porque os empresários no Brasil são heróis, mas quando a kryptonita surge no mercado, não há superpoderes que resistam.
Outras vezes acontece falha no contato: o cliente queria uma coisa, você entendeu outra, e lá se vai tempo e dinheiro para o espaço: o cliente ficou insatisfeito com o trabalho de sua empresa e reprovou o job ou não aceitou o produto.
Aqui o empresário percebe, claramente, a importância da comunicação. A primeira atitude a tomar é entrar em contato com o cliente imediatamente. Ouvir as razões dele e desculpar-se. Nunca, jamais, tente argumentar com o cliente para convencê-lo de que sua empresa está passando por acúmulo de trabalho, que vocês tiveram pouco tempo, ou qualquer outra destas justificativas.
O ideal é, depois de ouvi-lo, enviar um e-mail desculpando-se, assumindo a responsabilidade, dizer que está tomando todas as providências para que o ocorrido não aconteça de novo e que espera que o erro não abale a relação de confiança que sempre tiveram (se o cliente for antigo) ou que espera poder mostrar, em outra oportunidade, o profissionalismo de sua empresa (para clientes novos).
Aconselho aos empresários que, depois do ocorrido, façam uma busca pelos principais sites de busca e relacionamento, por pelo menos uma semana, para verificar se não há referências ao episódio. Assim, é possível verificar se a imagem da empresa ficou abalada no mercado.
Avante, comunicadores!
Muito já foi escrito sobre a importância da administração do tempo na rotina de trabalho, mas este artigo é uma pequena reflexão sobre a ansiedade que a pressa de resolver as coisas impôs ao nosso cotidiano.
Imagine esta cena: você está terminando um projeto e depende de um relatório que deve ser enviado pelo seu fornecedor. Em determinado momento, surge uma informação de que o relatório será entregue somente no final do dia, e sua reação é imediata: pega o celular e liga imediatamente para o celular do fornecedor – você não quer passar por secretárias-, que prontamente atende sua ligação. Sem nem dar tempo para qualquer explicação, avisa que não pode esperar até o final do dia, que precisa do relatório imediatamente, que não admite esse tipo de comportamento de um parceiro de trabalho, e por aí vai.
Você certamente já se viu em uma situação como esta. E eis que, sem perceber, você está com um problemão. Além de não contar com o material que precisava para concluir seu trabalho, indispôs-se com seu parceiro e as pessoas que o cercam não devem estar com a melhor imagem sobre seu método de trabalho em equipe.
Agora, vamos pensar em como seria há mais ou menos dez anos. Ao receber uma notícia sobre um problema que precisasse da sua intervenção, você teria que tomar providências do mesmo jeito, mas para falar com o fornecedor, teria que procurar o telefone na sua agenda, discá-lo e, se não fosse ele a atender ao telefone, esperar até que ele fosse localizado. Todo esse procedimento daria a você, no mínimo, 30 segundos de tempo para acalmar a respiração e tentar avaliar a situação.
Muitos profissionais tomam atitudes baseados na primeira reação, e agem sem um tempo mínimo de reflexão. A angústia é um poderoso fator de nossa vida profissional, e não é fácil lidar com o estresse de cobranças e prazos.
Não é difícil imaginar o estrago que atitudes intempestivas podem provocar nas empresas, então, mais do que a agenda de compromissos, saiba administrar o seu tempo interior de forma consciente.
Avante, comunicadores!
Muita gente se atrapalha com palavras que têm escrita semelhante, mas com significados diferentes, as parônimas. Veja uma lista com algumas das mais comuns e o significado, para você não errar mais.
Acidente (desastre que resulta em perda ou dano) x Incidente (acontecimento imprevisto)
Acostumar (fazer alguém adquirir hábito) x Costumar (ter por hábito)
Acurado (rigoroso) x Apurado (refinado, seleto)
Afeito (habituado) x Afoito (afobado)
Aferir (conferir) x Auferir (obter lucros, benefícios)
A princípio (no começo) x Em princípio (em tese)
Comoção (abalo emocional violento, desagradável) / Emoção (de caráter bom)
Comprimento (tamanho, quanto à extensão) x Cumprimento (do verbo cumprir; saudação)
Conjetura (suposição) x Conjuntura (circunstância)
Deferir (decidir favoravelmente) x Diferir (diferenciar)
Delação (denúncia) x dilação (prorrogação)
Desapercebido (desprevenido) x Despercebido (não percebido)
Descrição (detalhamento) x Discrição (qualidade de discreto)
Descriminar (inocentar) x Discriminar (distinguir)
Desmistificar (desmascarar) x desmitificar (tirar o caráter mítico)
Despensa (depósito de mantimentos) x Dispensa (licença)
Diferençar (distinguir) x Diferenciar (alterar, mudar)
Emenda (mudança, alteração) x Ementa (refere-se à lei, decreto)
Emergir (vir à tona) x Imergir (mergulhar)
Emigração (saída de pessoas de um país para outro) x Imigração (entrada de pessoas num país) x Migração (deslocamento de pessoas de um país – ou região – para outro)
Eminente (pessoa que se sobressai por suas qualidades) x Iminente (prestes a acontecer, imediato)
Estadia (usada para veículos) x Estada (usada para pessoas)
Estádio (fase, etapa) x Estágio (período de aprendizado prático)
Flagrante (evidente) x Fragrante (perfumado)
Fluir (correr facilmente) x Fruir (desfrutar)
Infringir (desrespeitar) x Infligir (aplicar, impor)
Lactante (quem amamenta) x Lactente (quem mama)
Mandado (ordem judicial) x Mandato (poder político)
Preeminente (célebre) x Proeminente (saliente)
Prescrever (receitar) x Proscrever (expulsar)
Ratificar (confirmar) x retificar (corrigir)
Reboliço (que rebola) x Rebuliço (bagunça, desordem)
Vultoso (enorme) x Vultuoso (inchado)
Avante, comunicadores!
A nova reforma ortográfica entrou em vigor em janeiro de 2009, unificando a escrita de oito países onde se fala o português (Cabo Verde, Brasil, Angola, Portugal, Timor Leste, São Tomé e Príncipe, Guiné Bissau e Moçambique), uma luta de anos do filólogo Antônio Houaiss. Até 2012, haverá um período de adaptação às novas regras do português.
Na verdade, as mudanças desta reforma não foram assim tão significativas; algumas poucas regras de acentuação, o adeus à trema e o novo uso do hífen, esse famigerado sinalzinho que provoca dor de cabeça em todo redator/revisor. Como disse José Simão, em sua coluna na Folha de São Paulo, esta reforma está mais para puxadinho.
A grande celeuma em torno desta mudança na ortografia deve-se ao fato de hoje existirem zilhões de meios de comunicação a mais que por ocasião da última reforma, em 1971. Naquela época, a informação se dava por uma dúzia de jornais e programas de rádio. As crianças, em sua maior parte, ficaram sabendo das alterações por suas professoras.
Enquanto isso, nos dias de hoje, temos milhões de blogs e sites, programas de televisão, jornais, revistas e informativos noticiando, comentando e esmiuçando – alguns até infernizando – cada detalhe do novo acordo ortográfico da língua portuguesa. Meu filho de onze anos discute as novas regras comigo desde o ano passado, apreensivo com as mudanças.
A todos digo: muita calma nessa hora. É mais uma questão de adaptação, e a assimilação acontece com um pouco de tempo, alguma leitura e muita perseverança. Na categoria “Dicas” deste blog, vamos voltar a este assunto várias vezes, além de ter uma “colinha” básica para que você fique mais tranquilo para escrever seu texto.
Avante, comunicadores!